Conversando com o meu amigo Márcio Brasil tive a idéia de escrever um pouco sobre vinhos. Não sou nem uma enóloga muito pelo contrario apenas gosto das coisas boas da vida.
E com o frio chegando nada melhor que saborear um bom vinho com os amigos.
O vinho nunca foi uma bebida como as outras. E considerada a bebida dos Deuses, pois é a única bebida que tem a capacidade de fazer a natureza humana se manifestar. Sob a ação dele, os sentidos ficam à flor da pele, mantendo viva a aura mística ao redor desta bebida, resultante da fermentação da uva. Ainda hoje, receber os amigos em torno de um bom vinho é um rito de celebração à vida, um brinde aos mais puros sentimentos e sensações.Audição
Ouça esse barulinho bom...hummmmO primeiro a ser utilizado é a audição. Tradição que acompanha o “brinde” até os dias de hoje. A Audição é utilizada no momento em que abrimos uma garrafa de espumante. E, portanto deve ser a primeira a ser explanada. O ruído liberado por um bom espumante dá-nos a primeira impressão a seu respeito. Cria a expectativa em relação à quantidade e diz-nos se devemos esperar muito ou pouco.
Visão
Na visão é onde apreciaremos a cor do vinho, quanto a sua intensidade, variando de fraca, média, intensa à profunda. Algumas vezes veremos bolhas, que devem ser finas e persistentes, caso sejam de boa qualidade. Veremos suas nuanças contra um fundo branco, notando sua limpidez, seu brilho, seus reflexos violáceos ou quem sabe sua cor já acastanhada, já a espera de ser devorado. Verás a aura do vinho. Olfato
Inspire lentamente e pausadamente tente sentir a intensidade das aromas que se entrelaçam no "Néctar dos Deuses": aromas de frutas tropicais, morango, framboesa, groselha, cereja, ameixa, casca de abacaxi, alcatrão, cravo, canela, carvalho, caramelo, baunilha, aromas florais, limão e cítricos, café, chocolate, caramelo, pão torrado, amêndoa, mel, hortelã, sálvia, orégano, manjericão, alecrim, pinho, manjerona, entre outros tantos aromas. Também podemos saber a variedade de uva utilizada e sentir os aromas que provem do processo de fermentação, e os aromas adquiridos no envelhecimento.Também podemos saber a variedade de uva utilizada e sentir os aromas que provem do processo de fermentação, e os aromas adquiridos no envelhecimento.
Degustar
Coloque um gole não exagerado de vinho na boca e deixe-o girar lentamente no seu interior, de modo a permitir que ele entre em contato com as regiões da lingua que são diferentes em relação à percepção dos sabores. A sensação que o vinho nos proporciona em contato com o palato nos faz sentir quanto à intensidade de seus sabores, se este é ácido, e se esta acidez é baixa, fresca, vivaz, acerbo, ácida e acídulo. O vinho também será determinado quanto a sua doçura, se este é seco, doce ou licoroso. Se nos transmite algum sabor salgado, se seu amargor é persistente, e se sua persistência é fugaz, curta, média ou prolongada. tato
Para que atingir a plenitude de aromas e sabores, o vinho deve ir ao copo na temperatura certa, que varia de acordo com o tipo da bebida.
O vinho branco deve ser servido sempre fresco entre 8 e 10 ºC, enquanto o vinho tinto deve ser consumido a uma temperatura ambiente entre 14 e 18 ºC.
O calor aumenta a acidez e o frio inibe os aromas. Portanto, vinhos quentes destacam os defeitos e vinhos gelados demais escondem as qualidades.
O calor nos tintos ressalta desagradavelmente o álcool e nos brancos retira o seu maior encanto: o frescor.
"Quando provares, não olhes para a garrafa, nem para o rotulo, nem observes aquilo que te rodeia, mas mergulha em ti mesmo para ai poderes ver nascer as tuas sensações e formarem-se as tuas impressões. Fecha os olhos e olha com o teu nariz, com a tua língua e com o teu palato"
"A vida é curta para beber mau vinho"
Para que atingir a plenitude de aromas e sabores, o vinho deve ir ao copo na temperatura certa, que varia de acordo com o tipo da bebida.O vinho branco deve ser servido sempre fresco entre 8 e 10 ºC, enquanto o vinho tinto deve ser consumido a uma temperatura ambiente entre 14 e 18 ºC.
O calor aumenta a acidez e o frio inibe os aromas. Portanto, vinhos quentes destacam os defeitos e vinhos gelados demais escondem as qualidades.
O calor nos tintos ressalta desagradavelmente o álcool e nos brancos retira o seu maior encanto: o frescor.
Assim devesse perceber o tato, cujos receptores estão presentes na língua. A adstringência, a untuosidade, o corpo e o calor, entre outras, são exemplos de sensações táteis importantes na apreciação do vinho.
"Quando provares, não olhes para a garrafa, nem para o rotulo, nem observes aquilo que te rodeia, mas mergulha em ti mesmo para ai poderes ver nascer as tuas sensações e formarem-se as tuas impressões. Fecha os olhos e olha com o teu nariz, com a tua língua e com o teu palato"
"A vida é curta para beber mau vinho"
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BJUUUSS